sexta-feira, outubro 25, 2013

Pai não é apenas coadjuvante II

Não é fácil, ao futuro pai, driblar a sensação de ser apenas coadjuvante, nos primeiros momentos da vida do bebê.
Sua companheira estará muito envolvida na tarefa de interpretar os sinais do bebê e atender suas necessidades. Você terá a nítida impressão de foi esquecido.
Não se preocupe, porque ela o esqueceu mesmo.
A tendência é esquecer-se até de si mesma.
Pense em um ser extremamente dependente. Este é seu filho, ou filha!
 Pense em alguém extremamente ansioso para proteger este ser. Esta deve ser sua mulher.
 É hora de reconhecer mudanças que ocorrem, mesmo nas coisas mais simples, caminhando para as mais complexas como o modo de conceber a vida, a família, a conjugalidade e o papel paterno.