Não é fácil, ao futuro pai, driblar a sensação de ser apenas coadjuvante, nos primeiros momentos da vida do bebê.
Sua companheira estará muito envolvida na tarefa de interpretar os sinais do bebê e atender suas necessidades. Você terá a nítida impressão de foi esquecido.
Não se preocupe, porque ela o esqueceu mesmo.
A tendência é esquecer-se até de si mesma.
Pense em um ser extremamente dependente. Este é seu filho, ou filha!
Pense em alguém extremamente ansioso para proteger este ser. Esta deve ser sua mulher.
É hora de reconhecer mudanças que ocorrem, mesmo nas coisas mais simples, caminhando para as mais complexas como o modo de conceber a vida, a família, a conjugalidade e o papel paterno.
maesanonimas
EM DIÁLOGO COM A MATERNIDADE: ABORDA SENTIMENTOS QUE FLUEM DURANTE A GESTAÇÃO, NA EXPECTATIVA DO PARTO E DURANTE O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA. INCLUI QUESTÕES SOBRE FAMILIA, EDUCAÇÃO DOS FILHOS E OUTROS TEMAS.
Quem sou eu
sexta-feira, outubro 25, 2013
terça-feira, outubro 22, 2013
Pai não é apenas um coadjuvante I
Como o futuro pai participa da gestação?
Gravidez deve ser curtida a dois, portanto é o casal que está grávido.
O futuro pai deve apoiar a companheira, agora se sentindo mais frágil, para que ela se sinta segura e amada. Assim, ele contribui para criar um ambiente afetivo e acolhedor.
Há diferentes maneiras de participar e uma estratégia que pode parecer banal é interessar pela composição do universo da mãe e do bebê: a compra do enxoval, as consultas médicas, os exames de ultrassom, entre outras coisas.
Não economizar nas demonstrações de carinho, como acariciar a barriga e "conversar" com o bebê. Há inúmeras sugestões, mas certamente, cada casal encontrará sua própria maneira de compartilhar este importante momento.
Importante mesmo é assumir que ter um filho é projeto para duas pessoas desenvolverem a vida inteira. .
Gravidez deve ser curtida a dois, portanto é o casal que está grávido.
O futuro pai deve apoiar a companheira, agora se sentindo mais frágil, para que ela se sinta segura e amada. Assim, ele contribui para criar um ambiente afetivo e acolhedor.
Há diferentes maneiras de participar e uma estratégia que pode parecer banal é interessar pela composição do universo da mãe e do bebê: a compra do enxoval, as consultas médicas, os exames de ultrassom, entre outras coisas.
Não economizar nas demonstrações de carinho, como acariciar a barriga e "conversar" com o bebê. Há inúmeras sugestões, mas certamente, cada casal encontrará sua própria maneira de compartilhar este importante momento.
Importante mesmo é assumir que ter um filho é projeto para duas pessoas desenvolverem a vida inteira. .
quarta-feira, setembro 28, 2011
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